O elenco trezeano, apesar de não ter exibido um futebol graúdo, nos últimos amistosos, demonstrou sua qualidade técnica.
Contra o Central, o Galo enfrentou uma equipe que já vinha se preparando há um bom tempo, saindo em desvantagem em quase todos os aspectos; diante do Centenário, o adversário fraco promoveu um certo relaxamento dos pupilos do técnico Marcelo Vilar. Tudo isso, somado às inúmeras substituições realizadas e ao fato de todos os atletas se pouparem de contusões, contribuíram para espetáculos pragmáticos, que não despertaram o encanto no torcedor.
Além disso, a falta de condicionamento físico e de entrosamento no elenco, mesmo que temporariamente, atrapalha. Atletas como Thiago Almeida – há 4 meses parado e ainda não estreou, Tiago Belmonte – que já sentiu fadiga muscular por excesso de esforço na pré-temporada, Ferreira – que desde 2010 já demonstra dificuldade na questão física e Júlio César Zabotto são as peças mais preocupantes. Só Laercio parece estar bem fisicamente, mas, assim como o restante do elenco, ainda não está livre do mau condicionamento.
Também falta entrosamento. Amistosos contribuem bastante para o aspecto tático, para o atleta assimilar o que o treinador quer quanto ao seu posicionamento. Porém, não entrosa tecnicamente, principalmente por conter várias substituições e não promover continuidade com o material humano.
É provável, entretanto, que esta continuidade já seja posta em prática no amistoso diante do América(RN), dia 19/01, no PV. Espera-se que Marcelo Vilar já ponha em campo a equipe considerada titular para a estreia no Paraibano.
É provável, entretanto, que esta continuidade já seja posta em prática no amistoso diante do América(RN), dia 19/01, no PV. Espera-se que Marcelo Vilar já ponha em campo a equipe considerada titular para a estreia no Paraibano.

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