Contratado por empréstimo junto ao Ceará, o meia Rone Dias chegou ao Treze para suprir a carência de um maestro no meio-campo alvinegro. Com estilo armador, com passe quase perfeito, visão de jogo apurada e boa finta e finalização, Rone Dias logo conquistou a torcida trezeana.
Ao longo de 6 meses vestindo o manto sagrado, fez 31 partidas, marcou 5 gols – 2 de falta e 3 após arremates de fora da área, fez 14 assistências e participou de mais 15 gols do Treze.
No Paraibano, atuando como único armador da equipe, o craque destruiu as estruturas, sendo o maior assistente da competição com 11 passes precisos que resultaram em gol - 8 deles marcados por Vavá. Além disso, ele marcou 2 gols de falta e também foi co-assstências de mais 6 gols do Treze. Após a sua chegada, o Galo marcou 26 gols no Paraibano, tendo-o como participante – com gols, assistências e co-assistências – em 16 vezes.
Entretanto, no 2º semestre, jogando ao lado de Miltinho, o craque não tocava na bola como antes, já que seu companheiro - que corria bastante no 1º tempo, mas cansava na metade do 2º - recebia mais bolas por sempre vir recebê-la na linha à frente da zaga. Os passes de Milton, entretanto, por motivos extra-campo, pouco procuravam Rone Dias. Mesmo com a queda de rendimento, no 2º semestre, RD10 ainda foi o jogador mais participativo e de melhor Scout do meio-de-campo trezeano. Na Série D, o meia participou de quase 50% dos gols alvinegros, enquanto que, no Nordestão, teve participação em 11 dos 18 gols do Galo. E é porque estava em “má fase”...
Confira os destaques da década na posição:
(2001) – Marcelo Borges
(2002) – Rodrigo Tabata
(2003) – Alexandre Ratinho
(2004) – Fabiano Gadelha
(2005) – Da Silva
(2006) – Gil Baiano e Leozinho
(2007) – Gaibu
(2008) – Leandro Sena
(2009) – Miltinho
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